Família multigeracional à mesa a rever documentos e decisões patrimoniais, luz suave de janela
Para famílias e proprietários

A casa raramente é apenas uma casa.

É herança, é proteção de filhos, é reorganização de vida, é primeira ou segunda residência, é rendimento. Pensar imóveis como património é um trabalho diferente de vender ou comprar.

Muitas famílias chegam até nós com uma pergunta aparentemente simples — vender, comprar, arrendar, manter — e percebem rapidamente que a resposta certa depende de tudo o resto: a idade dos filhos, os planos de reforma, o regime matrimonial, a fiscalidade, o futuro do negócio familiar. É aí que entra a consultoria patrimonial.

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Mapa

Inventário objetivo de imóveis, regimes, dívidas, rendimentos e calendários.

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Cenários

Comparamos manter, vender, permutar, arrendar ou reorganizar — com números.

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Coordenação

Articulação com advogados, fiscalistas e banca dentro do mesmo plano.

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Execução

Cada decisão executada por nós, sem perder o fio condutor.

Tipo de cliente

Quem nos procura — e porquê.

Como trabalhamos

Antes de qualquer decisão — clareza.

Coordenação multidisciplinar

Um só interlocutor — vários especialistas.

Decisões habituais

Onde a consultoria muda o resultado.

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar-nos

Esta consultoria substitui o meu advogado ou contabilista?

Não. Complementa. Continuamos a precisar de quem desenha contratos e quem trata da fiscalidade. A consultoria patrimonial existe para que o conjunto faça sentido — para que advogado, contabilista, banca e imobiliária estejam todos alinhados no mesmo plano.

Como cobram?

Duas vias: honorário fixo para a fase de diagnóstico e desenho de cenários (transparente, definido à partida), e honorário ao sucesso sobre cada operação executada (venda, compra, permuta). Ou apenas o segundo, quando o cliente prefere.

Trabalham com famílias internacionais?

Sim. Acompanhamos famílias com património imobiliário em Portugal residentes no estrangeiro, e portugueses com imóveis fora do país que querem repensar a posição global.

Em quanto tempo tenho um plano?

Tipicamente 4 a 6 semanas entre a primeira conversa e o documento de cenários comparados. Decisões urgentes podem ser tratadas em paralelo desde o início.

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O ponto de partida é uma conversa — não um diagnóstico fechado.

A primeira sessão é gratuita e confidencial. Em uma hora, conseguimos perceber se há terreno para uma relação mais profunda — e qual é a primeira decisão útil.