O mercado do Estoril em números
Antes de qualquer decisão, os factos. Estes são os indicadores que acompanhamos para a zona:
| Preço mediano de venda na freguesiaINE, habitações existentes, União de Freguesias de Cascais e Estoril, 12 meses até março de 2026 | 5 323 €/m² |
|---|---|
| Variação homólogaINE, mesmo indicador, face aos 12 meses até março de 2025 | +11,7% |
| Zona central do Estoril, transações reaisSIR / Micro-SIR, junho de 2026 — usados; novos acima de 10 800 €/m² | 7 003 €/m² |
| Tempo médio de absorçãoSIR, fogos usados, União de Freguesias de Cascais e Estoril, 12 meses até julho de 2026 | 5 meses |
| Desconto médio entre o preço inicial anunciado e o preço final de vendaSIR, fogos usados vendidos, mesma zona e período | −7,9% |
Estes números contam uma história em dois planos. A freguesia — que junta Cascais e Estoril — dá a base; o coração do Estoril transaciona muito acima dela, e a distância entre usados e novos mostra quanto o mercado paga por produto ao nível da zona. Já o tempo médio de cinco meses é a média de todo o mercado, incluindo casas mal preparadas e mal posicionadas. Os imóveis que a CasaPlace prepara e posiciona vendem-se, em média, cerca de quatro vezes mais depressa: preço certo desde o primeiro dia, casa preparada para a primeira impressão, e publicidade dirigida ao comprador certo. E o último número merece uma nota: quem vende cede, em média, 7,9% face ao preço a que começou — e este valor conta apenas as casas que chegaram a vender-se. O que separa começar bem de começar mal explica-se mais abaixo.
